04 junho 2008

Borracha azul

Malta,

Venho falar da borracha azul. Não, não estou a confundir com o lápis azul do Estado Novo, pois esse sugeria uma nova forma de escrever o texto em causa.
O que se passou neste blog foi o aparecimento da borracha da mesma cor.
Devem estar, nesta altura, a matutar sobre o que estou para aqui a falar mas antes disso gostava de fazer uma pequena introdução sobre os nossos amigos f obs, t obs e chow porém não tenho tempo.
Passo então a explicar o que me levou a escrever hoje. O primeiro post deste blog incluía uma foto que poucos viram pois bastou fazer-se um telefonema para a mesma desaparecer, a fazer lembrar aquela aldeia na Madeira que ficou sem luz durante um comício da oposição.
Isto é muito sério! A borracha azul não pode oprimir ninguém a não ser os textos centrados do madeira que trazem à memória os poemas de Florbela Espanca (só a formatação e não o conteúdo).
Eu próprio estou a ser vitima da mesma borracha pois o próximo paragrafo que vou escrever não vai aparecer.










E basicamente, era isto que tinha para contar. O que se podia ter dito numa linha (ou mesmo ter ficado calado) disse em 10. E fora o texto que foi apagado!
Mas ok, se o 1,2,3 tinha a Bota Botilde, o nosso blog pode ter a borracha azul.

Um bem haja,

xico

2 comentários:

el niño disse...

é espetacular entrar no blog e ver um texto alinhado à esquerda.

se tivesses falado mais profundamente sobre o fobs o tobs e o zobs o homem do renascimento deixava de ser o tonico.

Pulga disse...

Um texto a fazer lembrar o homem do renascimento, neste momento ocupas o lugar de vice-homem do renascimento!